25.09.2022
Time de Júnior Rocha sequer conseguiu vencer o ABC no Scarpelli e ficará mais um ano na Série C
Quando o torcedor deixou o Scarpelli, na noite de sábado, o sentimento era de tristeza, frustração e raiva. Embora precisasse do resultado do Paysandu (e ele veio no empate diante do Vitória por 1 a 1), o alvinegro não fez sua parte, ficando no empate sem gols diante do desinteressado ABC.
Mesmo numa decisão sem precedentes para o futuro próximo do Figueirense, o time de Júnior Rocha não fez pressão, não sufocou o adversário, não perdeu diversas chances, nem deu esperança de sair com a vitória. Exceto um chute de longa de distância de Oberdan no fim do 1º tempo, um arremate fraco de Léo Arthur no início da 2ª etapa e um bate-rebate após bola parada já perto dos 40 minutos, o Figueirense nem sequer ameaçou o goleiro do ABC. Não colocamos os zagueiros na área para forçar um abafa, não forçamos jogadas, não chamamos os mais de 15.700 torcedores para empurrar na arquibancada, nada!
Parecia que o resultado pouco importava para os jogadores. Faltou querer! E o Figueirense não quis o acesso!
Pior ainda aconteceu depois do término da partida quando o parceiro José Carlos Lages veio aos microfones dar explicações para mais um fracasso dentro e fora de campo. Sobrou até para o repórter da rádio Guarujá e do Marcou no Esporte, Matheus Deichmann, ao fazer perguntas que todos os torcedores queriam saber.
Faltou futebol, raça, vontade, sobrou arrogância e soberba!
Assim, o Figueirense caminha para o terceiro ano seguido na Série C!
Por
Henrique Santos
Jornalista, administrador, especialista em gestão do esporte, blogueiro, assessor de imprensa. Apaixonado por futebol e carnaval. Como editor do jornal Alvinegro e do site MeuFigueira, blogueiro da ESPN FC, comentarista do podcast Clássico em Debate, busquei, desde 2009, carregar essa paixão pelo Figueirense com a razão que um jornalista precisa ter.
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